Encontrar Recursos Educativos Abertos

(baseado na secção «Find» da obra Open Educational Resources Handbook 1.0 for educators)









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Introdução



"Uma vez que a ideia de criar e construir recursos educacionais abertos pode parecer um pouco intimidante a principio, os motivos para o fazer têm como base uma forte paixão pela partilha de conhecimento e uma grande vontade de aprender." ("Getting started with OER", trad. Adapt.)


Tendo em conta que a concepção da obra que estamos a analisar parte de um desejo de tornar os recursos educativos acessíveis a todos, promovendo o ensino online, parece-nos pertinente a perspectiva da procura dos referidos recursos. De facto, só haverá verdadeira partilha se for fácil localizar na web esses recursos.
Actualmente é (quase) impensável criar qualquer iniciativa sem recorrer à tecnologia e, devido a este facto, há todo um movimento para conceber "arquivos reajustáveis" que sirvam de “depósito” e de suporte a todos os documentos e dados pertinentes, tornando-se deste modo disponível toda a informação relevante.

Nesta página, abordaremos a questão da localização de recurso educativos já existentes e que possam ser utilizados e/ou reutilizados. Assim, daremos indicações quanto aos motores de busca e aos diferentes repositórios nacionais e mundiais (repositórios gerais e de diferentes áreas específicas - humanidades, ciências, ciências sociais, etc). Abordaremos ainda a questão da acessibilidade, de forma a permitir um efectivo acesso de todos aos recursos em causa, e apontaremos para algumas questões que devem ainda ser consideradas.




Motores de Busca


A Internet apresenta um vasto conjunto de motores de busca e serviços especializados os quais foram criados para tornar mais fácil encontrar Recursos Educativos Abertos. O objectivo destes motores, inicialmente, foi o de permitir ao utilizador encontrar recursos para combinar e misturar com os seus próprios recursos e com os outros a transmissão do conhecimento de cada um.
Cada motor de busca tem forças diferentes e estes não podem fornecer a precisão da velocidade de buscas da Web padrão.
A lista está em constante crescimento, mas alguns exemplos incluem:

Adriane Ferramenta de busca e indexação: Pesquisa entre os vários repositórios de REA proeminentes, incluindo MERLOT, OER Commons e Adriane.

Pesquisa Creative Commons: oferece busca licença Creative Commons conhecimento através habilitado serviços do Google, Yahoo, Flickr, blip.tv, etc. Os resultados da pesquisa incluem apenas os recursos que estão licenciados sob uma licença Creative Commons, que corresponda aos seus requisitos (por exemplo, recursos que podem ser modificados e utilizados comercialmente).

Commonwealth of Learning (COL) Finder Conhecimento: costumava ser o seu próprio motor de pesquisa original, mas foi recentemente substituído por uma série de pesquisas especializado Google, uma das quais incide sobre recursos educacionais abertos. Isso significa que o Colo criou uma lista de sites que consideram boas fontes para a RDO, e sua busca será restrita a esse conjunto de websites.

Recursos federais para a Excelência Educacional: recursos de aprendizagem a partir de agências do governo. Licenças tendem a ser Todos os direitos reservados ou de domínio público.

Aprender Objects.net: um site que reúne links para REA, mas na verdade não armazenar qualquer si. Mais de 250 links, com actualizações em sites OCW e wiki. Licença varia.

OpenCourseWare Finder: desenvolvido pelo Centro para Aprendizagem Aberta e Sustentável (COSL) em Utah State University, colecciona uma lista de cursos de alguns dos sites bem conhecidos OpenCourseWare e organiza-las taxonomicamente. Ele oferece um serviço eficiente, com uma interface de usuário limpa, mas os recursos novos (ou novas instalações) não aparecem imediatamente. A ênfase está no material do MIT OCW.


REA Recommender
: um simples motor de busca que retorna resultados de vários repositórios diferentes. A extensão do navegador está disponível, que pode recomendar recursos de aprendizagem para qualquer página que você visita.

OER Commons
: Desenvolvido e hospedado pelo Instituto para o Estudo da Gestão do Conhecimento (ISKME) em Educação e financiado pela Fundação Hewlett, esta grande base de dados dos REA inclui recursos para K-12 e ensino superior. Também inclui funcionalidades tais como identificação, classificação, comentários, críticas e redes sociais.

Universal Search Educação
Embora não operacional, no entanto, as expectativas são elevadas que o motor de busca especializado anunciou recentemente desenvolvido pelo Google e pela Creative Commons ccLearn projecto com o apoio da Fundação Hewlett coisas vão melhorar consideravelmente. A diferença fundamental para uma pesquisa no Google em geral é que o projecto está a recolher URLs de repositórios de REA. Entretanto, o Creative Commons tem sua própria lista de motores de busca REA.

TechXtra: encontrar artigos, sites importantes, livros, as últimas notícias do setor, anúncios de emprego, eJournals, ePrints e relatórios técnicos.



Busca efectiva com os motores de busca


Quando se está familiarizado com os diferentes motores de busca e a as respectivas fórmulas de pesquisa booleana, onde se pode numa pesquisa normal digitar uma ou mais palavras-chave ou uma frase na caixa de pesquisa do motor de busca favorito e clicar no botão "buscar" ou “pesquisar” para obter os resultados pretendidos.
A maioria dos motores de busca oferece na pesquisa booleana capacidades que permitem o uso de palavras-chave específicas (por exemplo, "e" ou "," não ") ou símbolos (por exemplo," + "," - "," ") para refinar a busca. Você pode usar os mesmos métodos e técnicas de como você faria para uma busca geral.
A pesquisa booleana é um tipo de pesquisa que utiliza as palavras para estabelecer a relação entre os termos de busca.
Existem três operadores booleanos:
E: Use o operador E para recuperar um conjunto em que cada citação contém todos os termos de busca. Este operador coloca nenhuma condição de onde os termos são encontrados em relação um ao outro; os termos simplesmente têm que aparecer em algum lugar na mesma citação.
OR: Use o operador OR para recuperar documentos que contenham pelo menos um dos termos de pesquisa especificados. Uso ou quando você quiser reunir artigos sobre assuntos semelhantes.
NÃO: Use o operador NOT para excluir a recuperação dos termos de sua pesquisa.
Por exemplo, se você quiser procurar a fruta "maçã", você pode excluir todos os resultados que também se referem a "computadores" e "Macintosh" com um pedido como:

maçã e frutas não Macintosh não computador não mac
Cada motor de pesquisa tem suas próprias regras, mas quase todos os principais motores de busca entende o seguinte pedido:
:+ maçã-macintosh fruta-computer-mac
Se se estiver à procura de uma frase há que definir a frase entre aspas.
Se se estiver à procura por uma "grande maçã" de árvores e não se está interessado em Nova York - que é frequentemente chamado de "Big Apple", deve-se escrever:
:"Big Apple" - "New York"
Os dois pontos (“:”) usados nos exemplos de pesquisa são destinados a dar maior peso a um dos termos de pesquisa sobre os outros. Por exemplo ": Apple fruta +" teria classificado os resultados da pesquisa de forma diferente ": maçã + fruta."






Repositórios


A existência de um número crescente de recursos educativos trouxe a necessidade de se criarem espaços de armazenamento e disponibilização desses recursos. Surgem, assim, os repositórios digitais que podem ser definidos como «os sistemas onde conteúdos e bens digitais são armazenados e podem ser pesquisados e consultados para uso futuro. Um repositório suporta mecanismos para importar, exportar, identificar, armazenar e disponibilizar bens digitais.» (Hayes, 2005)
A maior parte desses sistemas são repositórios institucionais disponibilizados por universidades, das quais se destaca o MIT – Massachusetts Institute of Technology, pioneiro no que diz respeito ao OpenCourseWare. Este instituto foi dos primeiros a disponibilizar livremente os materiais de estudo dos seus cursos, existindo já muitos outros que se lhe juntaram e que fazem parte do Consórcio OpenCourseWare. Em Portugal, destaca-se a Universidade do Minho, com um repositório bastante completo. Encontrar os repositórios adequados às necessidades de cada um depende em parte da língua em que queremos encontrar recursos. Nas secções abaixo, apresentaremos uma listagem mais ou menos exaustiva de repositórios, desde os gerais aos mais específicos. No entanto, gostaríamos de destacar que há relativamente poucos repositórios em língua portuguesa (sendo a maioria deles do Brasil).



Repositórios Institucionais Portugueses


¡ DITED - Repositório Nacional de dissertações e teses digitais depositadas na Biblioteca Nacional de Portugal
¡ E-REPOSITORY - Universidade do Minho e TecMinho
ESTUDO GERAL - Universidade de Coimbra - Repositório digital da produção científica da Universidade de Coimbra
¡ REPOSITÓRIO CIENTÍFICO DE ACESSO ABERTO DE PORTUGAL - Este repositório destina-se a ser utilizado gratuitamente e é um agregador dos diversos repositórios de instituições de Ensino Superior existentes em Portugal
¡ REPOSITÓRIO CIENTÍFICO DA UNIVERSIDADE DE ÉVORA - Repositório digital da produção científica da Universidade de Évora
¡ REPOSITÓRIO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA - Disponibiliza a produção científica de docentes e investigadores da UL
¡ REPOSITÓRIO DA UNIVERSIDADE DO PORTO - Este Repositório pretende alojar a produção científica da sua comunidade académica
¡ REPOSITÓRIO DO ISCTE - Disponibiliza a produção científica e didáctica do corpo docente do ISCTE
¡ REPOSITORIUM - Reúne publicações do corpo docente e de investigadores da Universidade do Minho


Repositórios Gerais


MIT OpenCourseWare
Publicação de praticamente todos os conteúdos dos cursos do MIT. Oferece materiais para todas as disciplinas feitas na universidade. Também fornece acesso a aulas gravadas em vídeo. Licença CC-BY-NC-SA

http://ocw.mit.edu/OcwWeb/search/AdvancedSearch.htm

RepositóriUM
Repositório institucional da Universidade do Minho, disponibiliza um acervo crescente das publicações científicas produzidas na instituição. Permite o acesso à produção intelectual da Universidade através do Acesso Livre.

http://repositorium.sdum.uminho.pt/

Wikipédia
A Wikipédia é uma das fontes mais reconhecidas de REA. É uma enciclopédia com mais de nove milhões de páginas em várias idiomas, sobre praticamente qualquer assunto e que qualquer utilizador pode editar. Como nota, embora os editores da Wikipédia tenham o cuidado de verificar as informações adicionadas à Wikipédia, poderão aparecer erros nos trabalhos editados. Assim, é importante examinar cuidadosamente o conteúdo dos recursos antes de os usar. Licença GFDL

http://en.wikipedia.org/wiki/Main_Page

Wikiversidade
A Wikiversidade é um repositório como a Wikipedia, organizando o seu conteúdo de acordo com disciplinas, por assunto, permitindo uma navegação fácil. Tal como na Wikipedia, qualquer utilizador pode editar os recursos. Mais uma vez, é importante examinar cuidadosamente o conteúdo dos recursos apresentados pela Wikiversidade antes de o usar, pois poderão encontrar erros. Licença GFDL

http://en.wikiversity.org/wiki/Wikiversity

WikiEducator
WikiEducator é repositório para o uso gratuito em escolas, institutos politécnicos, universidades, instituições de ensino e ambientes educativos informais, apresentando recursos e materiais de aprendizagem. Qualquer utilizador poderá editar os recursos educativos abertos, no entanto recomenda-se a revisão das informações do WikiEducator antes de as usar. Licença CC-BY-SA

http://www.wikieducator.org

Internet Archive
O Internet Archive, sem fins lucrativos, é a construção de uma biblioteca digital de sites de Internet com uma colecção de imagens, áudio, vídeos, livros e outros artefactos culturais em formato digital de acesso livre para pesquisadores, historiadores, académicos e público em geral. Os utilizadores podem classificar e comentar os REA no arquivo, se assim o entenderem. DOMÍNIO PÚBLICO

http://archive.org

Itrainonline
Um conjunto de materiais informativos de conteúdo livre e aberto, estando disponível em Inglês, Espanhol e Francês. Os seus recursos estão reunidos por temas oferecendo as últimas notícias e opiniões sobre as várias actividades desenvolvidas pelos vários parceiros da Itrainoline em países mais desfavorecidos. A Itrainoline permite que os materiais sejam reproduzidos, traduzidos e distribuídos sem restrições, pretende sobretudo uma maior consciencialização dos direitos humanos e de uma amostragem de como conseguem fazer a diferença no mundo.

http://www.itrainonline.org

Open Clip Art Library
O projeto Open Clip Art Library visa criar um arquivo de clip-arts que podem ser utilizados livremente para qualquer uso, desde que estejam em Domínio Público. Os ficheiros estão no formato SVG. Todos os textos no site têm uma licença CC-BY, mas os cliparts são de DOMÍNIO PÚBLICO. Recomendamos a consulta deste repositório.

http://openclipart.org/

Projecto Gutenberg
O Projecto Gutenberg é a primeira colecção de livros electrónicos do DOMÍNIO PÚBLICO. Michael Hart, fundador do Projeto Gutenberg, em 1971, preocupou-se em tornar a informação, livros e outros materiais disponíveis para o público em geral, permitindo que uma grande maioria dos computadores, programas e pessoas possam facilmente ler, usar, citar e pesquisar. Este projecto é de fácil utilização, disponível numa variedade de idiomas.

http://www.gutenberg.org/wiki/Main

Connexions
O projecto Connexions é um repositório online e um portal colaborativo para REAs. Consiste numa série de objectos de aprendizagem, chamados módulos, que podem ser utilizados individualmente ou combinados para formar colecções, tais como disciplinas na web e livros. Qualquer utilizador pode contribuir submetendo um novo conteúdo ou comentando um conteúdo existente. Repositório a consultar. Licença CC-BY

http://www.cnx.org

Curriki
O projecto Curriki é um repositório online que disponibiliza recursos nas áreas de matemática, ciência, tecnologia, leitura e linguagem das artes e línguas, oferecendo materiais de aprendizagem dirigido a todos, desde os educadores, alunos, programadores, e instituições. Todos podem ter uma participação activa usando as ferramentas on-line da Curriki. Licença CC-BY

http://www.curriki.org

Citizendium
Projecto wiki aberto. Todos os que pretendem contribuir para o crescimento da Citizendium serão identificados com o seu nome verdadeiro, sendo a forma encontrada para garantir o profissionalismo e veracidade dos recursos apresentados. Além disso, os especialistas na área são convidados a desempenhar um papel delicado na supervisão da estruturação do conhecimento. Licença CC-BY-SA

http://en.citizendium.org/wiki/Main

Wiki de Repositórios de REA do IIPE-UNESCO
Repositório interessante oferecendo uma variadíssima lista de links para iniciativas REA, recursos e ferramentas. Salientamos a ampla oferta de vídeos educativos. Apresenta sites para vídeos fáceis de usar sendo uma forma útil de procura, de partilha e aprendizagem. Recomendamos este repositório. Licença CC-BY-SA

http://oerwiki.iiep-unesco.org/index.php?title=Repositories

Kaltura
Kaltura é um site de partilha de vídeos. Os utilizadores podem fazer o upload de vídeos e permitir que qualquer pessoa edite ou adicione imagens a um vídeo. No entanto, as opções de edição podem estar protegidas por senha, de forma a que a edição fique restrita a uma classe.
Este repositório tem um espaço de discussão. Licença CC-BY-SA

http://www.kaltura.com

LeMill
É uma comunidade Web para encontrar, criar e partilhar recursos educativos. Uma das desvantagens deste repositório é de só nos ser permitir aceder a alguns recursos gratuitamente (permite copiá-los, mas não nos permite alterá-los). Licença CC-BY-SA

http://www.lemill.net

Qedoc
O Qedoc é um repositório com recursos educativos abertos interactivos. Fornece ferramentas de software para ajudar a criar os seus próprios conteúdos de aprendizagem e trabalhar cooperativamente com outros, incentivando-se a partilha de materiais e-learning através da biblioteca on-line de aprendizagem. Recomendamos a consulta de um dos sites sugeridos,
http://www.lumosity.com/brain-games, que permite a exploração de vários jogos educativos (para tal, deverá criar uma conta Lumosity). Licença CC-BY-SA
http://www.qedoc.org/en/index.php?title=Main_Page

ccMixter
Repositório que oferece músicas sob uma licença Creative Commons. Permite-se a reutilização de algumas músicas para projectos pessoais, como filmes para colocar no Youtube. Recomendamos a consulta deste repositório. Licença GFDL

http://ccmixter.org/

Freesound Project
O Freesound Project é uma plataforma de sons sob licença Creative Commons. Neste site não há canções disponíveis, apenas sons e ruídos. Licença GFDL

http://freesound.iua.upf.edu/

LabSpace
O LabSpace é um repositório de livre acesso aos materiais de aprendizagem dos cursos de ensino superior. Pode-se editar os materiais no LabSpace, colaborar, publicar novas versões dos materiais de aprendizagem. Licença CC-BY-NC-SA

http://labspace.open.ac.uk/

Banco Internacional de Objectos Educacionais
Repositório promovido pelo Ministério da Educação do Brasil, estritamente para fins educacionais. Disponibiliza vários recursos educativos, podendo ser procurados por níveis de ensino. A colecção disponível é constituída tanto de recursos que fazem parte do domínio público ou que foram negociados e estão disponíveis para visualização, cópia, distribuição ou tradução, estando expressamente proibido o uso de qualquer recurso para fins comerciais.

http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/

OpenLearn
O website OpenLearn é um repositório que dá acesso a materiais de aprendizagem desenvolvidos de forma a serem flexíveis para qualquer indivíduo. É um espaço onde se pode partilhar materiais de aprendizagem, reutilizar recursos educativos e participar no fórum de discussão. Licença CC-BY-NC-SA

http://openlearn.open.ac.uk/

Flickr
O Flickr é um repositório de partilha de fotos. É possível fazer o upload a partir da área de trabalho, por e-mail ou por telefone com câmara. É permitido organizar colecções, álbuns e tags das fotografias e vídeos. Pode-se ainda editar as fotografias, criar cartões atraentes, livros de fotos, impressões enquadradas e DVDs. É um repositório interessante. As licenças variam entre Todos os Direitos Reservados e qualquer uma das várias licenças Creative Commons.

http://www.flickr.com

MERLOT
O MERLOT (Multimedia Educational Resources for Learning and Teaching Online) é um repositório para recursos de ensino e de aprendizagem, e permite aos utilizadores avaliar a qualidade dos materiais, e colocar opiniões e comentários sobre livros. As licenças variam.

http://www.merlot.org/merlot/index.htm

Learn Out Loud
Este repositório apresenta recursos de livros áudio, palestras, discursos, canções, entrevistas.
Por exemplo o Kids.LearnOutLoud.com é um espaço com conteúdo de áudio e vídeo educativo para crianças e adolescentes, onde se encontra Kids Audio Books, Free Learning Resources, MP3 Audio Book Downloads, e Podcasts para crianças
(http://kids.learnoutloud.com/Kids-Downloads). É um repositório interessante. As licenças variam, mas há recursos que são totalmente protegido por direitos de autor e outros de domínio público.
http://www.learnoutloud.com/Free-Audio-Video

Open Courseware Directory (OCD)
É um repositório que apresenta uma lista anotada de material didáctico à disposição do público (sobre palestras, folhetos, slides, material tutorial, perguntas de exame, questionários, vídeos) proveniente de universidades e outras instituições educativos mundiais. As licenças variam.

http://iberry.com/

World Lecture Project
O World Lecture Project é um repositório com links para palestras áudio e vídeo de académicos de todo o mundo. Os utilizadores registados podem adicionar conteúdo e editar as descrições das palestras. As licenças variam.

http://www.world-lecture-project.org/


Repositórios de Ciências


Hoje em dia são cada vez mais os repositórios científicos com “licenças abertas” pois visam uma maior acessibilidade e visam a procura de recursos educacionais que pretendemos abordar. De seguida, são enumerados e descritos vários repositórios científicos, fazendo-se igualmente referência aos que existem com “licenças abertas” e aos que não as têm.

ADuni. Org
Site do alumni da Universidade de Arsdigita (ADU), um programa de pós bachelarato intensivo, de um ano, em Ciências Computadoriais baseado no curso pós-graduado do MIT. O programa for forçado a fechar em 2001, mas os materiais do curso estão disponíveis no site para uso livre. ADUni.org tem 13 cursos em Ciências Computadoriais, disponíveis sob uma licença CC-BY-SA.

http://aduni.org/courses

PhET (Educação Tecnólogica Fisica)
Simulações Java e Flash para ensinar e aprender física do Projecto de Educação Tecnológica de Física da Universidade do Colorado. As simulações são animadas, interactivas e com ambientes semelhantes a jogos, nos quais os alunos aprendem através da exploração. Eles dão ênfase às ligações entre os fenómenos da vida real e a ciência implícita e procuram fazer os modelos visuais e conceptuais de peritos físicos acessíveis aos alunos. As descobertas resultantes de uma pesquisa prévia e o testo do aluno são incorporados no design. As simulações têm lugar no website directamente. Os utilizadores podem fazer o download e instalar todo o website para o seu computador e utilizado sem que seja necessária uma ligação à internet. Um guia dá informação detalhada sobre como as simulações podem ser usadas como suporte para aulas e para uso individual. As referidas simulações estão também disponíveis em espanhol. PhET tem 49 simulações para o ensino da física. Todos os direitos são reservados. Licenças GFDL ou GPL

http://phet.colorado.edu/new/index.php

Physclips: Mecânica com animações e clips de vídeo
Cinemáticos (as) e dinâmicas são aqui apresentadas em multimédia em níveis introdutórios e outros mais elaborados. Animações e vídeo clips individuais são adequados para serem usados por professores, enquanto os alunos podem usar todo o pacote para instrução própria ou mesmo para referência. As animações de PHysclips (“Clips de Física”(?)) necessitam de ligação Flash 6. Os módulos de multimédia têm animações e os clips dos filmes são tipicamente 3-5 Mb. As versões mais pequenas de HTML têm só texto e imagens. Caso a sua ligação seja lenta, poderá ler alguns dos links de informação prévia enquanto os módulos carregam. Licença CC-BY-NC-ND

http://www.animations.physics.unsw.edu.au/mechanics/index.html

HEAL (Livraria de Bens de Educação de Saúde)
Parte da Fundação Nacional de Ciências dos Estados Unidos é o Projecto Nacional da Biblioteca Digital das Ciências e o objectivo do projecto é criar uma colecção de ensaio digital e de recursos de aprendizagem para estudantes de medicina e profissionais da área. Os utilizadores podem procurar a principal “colecção revista”, uma colecção de materiais a aguardar revisão e 12 colecções filiadas. Os utilizadores podem submeter os materiais para revisão e possível inclusão na colecção principal. HEAL é servido pela Universidade de Utah, UCLA e a Universidade de Oklahoma. Existem 21. 834 recursos disponíveis.

http://www.healcentral.org/

Intute – Saúde e Ciências de Vida
Dispõe de um serviço online gratuito que dá acesso aos melhores recursos da web para educação e pesquisa, tendo sido avaliado e seleccionado por uma rede de especialistas no campo da saúde e das ciências de vida. Possui mais de 31.000 recursos e as licenças variam.

http://www.intute.ac.uk/healthandlifesciences/


Repositórios portugueses relativos a Ciências



Em Portugal existem os seguintes repositórios de ciências:

RCAAP – Repositório Cientifico de Acesso Aberto de Portugal
Podemos realizar pesquisas sobre os seguintes assuntos: tecnológicas, saúde, química, psicologia, portuguesa, literatura, informática, informação, física, engenharia, desenvolvimento, ciências, teses, social, sistemas, redes, qualidade, Portugal, Porto, mestrado, mecânica, história, gestão, ensino, educação, cultura, comunicação, análise. “O portal RCAAP tem como objectivo a recolha, agregação e indexação dos conteúdos científicos em acesso aberto (ou acesso livre) existentes nos repositórios institucionais das entidades nacionais de ensino superior, e outras organizações de I&D. (…) Constitui-se como um ponto único de pesquisa, descoberta, localização e acesso a milhares de documentos de carácter científico e académico, nomeadamente artigos de revistas científicas, comunicações a conferências, teses e dissertações, distribuídos por inúmeros repositórios portugueses. A lista dos repositórios agregados no portal pode ser consultada no Directório. O portal RCAAP é um dos componentes principais do projecto Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal. O projecto RCAAP é uma iniciativa da UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP concretizada pela FCCN - Fundação para a Computação Científica Nacional, disponibilizando mais um serviço avançado sobre a rede nacional de investigação e ensino, a Rede Ciência, tecnologia e Sociedade, RCTS, gerida pela FCCN. O projecto é financiado pelo POS_C - Programa Operacional Sociedade do Conhecimento e pela UMIC. Nos termos do protocolo de cooperação celebrado entre a FCCN e a Universidade do Minho (U.M.) no âmbito do projecto RCAAP, a U.M. foi responsável pelo desenvolvimento, instalação e operacionalização do portal RCAAP. A presente versão do portal foi desenvolvida com base no agregador e motor de pesquisa ARC, criado pelo Old Dominion University Digital Library Group.” in Sobre RCAAP(página de internet
)
http://www.rcaap.pt/

Repositório do ISCT – IUL: - Instituto Universitário de Lisboa
“O Repositório Institucional do ISCTE foi constituído com o objectivo de armazenar, preservar, divulgar e dar acesso à produção intelectual do ISCTE em formato digital. O Repositório pretende reunir, num único sítio, o conjunto das publicações científicas do ISCTE contribuindo desse modo para o aumento da sua visibilidade e impacto e garantindo a preservação da memória intelectual do ISCTE. No Repositório pode encontrar diversos tipos de documentos, em formato digital, resultantes das actividades de investigação desenvolvidas no ISCTE. O Repositório reúne documentos de quase todas as áreas científicas existentes no ISCTE, ainda que actualmente predominem os das comunidades que já se constituíram, nomeadamente nos domínios das ciências sociais e das tecnologias da informação. Para além dos resultados da investigação desenvolvida no ISCTE e centros de investigação associados, incluindo artigos em publicações periódicas, working papers, pré-publicações, relatórios técnicos, artigos em actas de conferências e conjuntos de dados em vários formatos, prevê-se que a médio prazo venha a encontrar também material didáctico (e.g., apresentações, vídeos de aulas, sebentas e manuais de laboratório) e documentação oficial interna ao ISCTE de utilidade geral para os membros da comunidade (e.g., regulamentos, despachos e ofícios). Recordamos que o Repositório está a crescer constantemente, com novos documentos depositados regularmente, e previsivelmente novas comunidades aderentes. Caso não encontre o que pretende pode ainda consultar o catálogo bibliográfico da Biblioteca do ISCTE.” in Sobre o Repositório (Página de Internet)

http://repositorio.iscte.pt/sobrerepositorio.jsp

UMIC - Agência Para a Sociedade do Conhecimento (Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior)
O projecto de criação do Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP) é uma iniciativa da UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP concretizada na FCCN – Fundação para a Computação Científica Nacional, que visa a disponibilização de mais um serviço avançado sobre a Rede de Ciência e Educação gerida pela FCCN. O projecto é financiado pelo Programa Operacional Sociedade do Conhecimento e pela própria UMIC. Este repositório possui também uma ligação internacional à rede Europeia de investigação e ciência GEANT2 e permite reforçar outros serviços de E-Ciência.

http://www.umic.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=3079&Itemid=212

Repositório Aberto – Universidade Aberta
Este repositório dá-nos acesso a uma vasta área de “comunidades” e de assuntos díspares. Pode-se também, desde que o registo seja aceite, ter acesso a obras literárias e a teses de doutoramento.

http://repositorioaberto.univ-ab.pt/

RECIL – Repositório Cientifico Lusofona
O Recil é um espaço vocaccionado para a divulgação da produção cientifica e está em constante actualização. O Repositório Científico Lusófona é um serviço digital que congrega os trabalhos científicos produzidos na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, disponibilizando de forma pública e universal a produção científica da ULHT. Nesse sentido aqui podem-se encontrar os trabalhos apresentados à ULHT para a obtenção dos Graus de Mestre e Doutor nas diferentes especialidades; os artigos publicados nas Revistas Científicas da ULHT, artigos publicados em outras revistas científicas externas à ULHT, actas de reuniões científicas - eventos organizados pela ULHT e eventos com organização externa, relatórios de actividade científica da ULHT, livros ou capítulos por pessoal docente ou investigador da ULHT, outros trabalhos e produção científica da ULHT.

http://recil.grupolusofona.pt/handle/10437/173

Repositório Digital de Publicações Cientificas da Universidade de Évora
Tendo sempre em mente o acompanhamento de debates e de iniciativas de acesso livre à literatura científica e sistemas de informação em Ciência e Tecnologia (C&T), a Universidade de Évora, através da OTIC Évora - Oficina de Transferência de Resultados de I&D, decidiu aperfeiçoar o seu Sistema de Informação Científica melhorando valências existentes e criando novas. É neste contexto que surge o Repositório Digital da Universidade de Évora que visa a reunião do conjunto de publicações científicas da Universidade de Évora, afim de garantir a preservação da memória intelectual da instituição, contribuindo assim para o substancial aumento da visibilidade do trabalho dos investigadores.” in Repositório Digital de Publicações Cientificas da Universidade de Évora (Página Inicial – Internet)

http://dspace.uevora.pt/otic/

RepositoriUM – Universidade do Minho
“O Núcleo de Ciências da Terra (CCT) é uma unidade de investigação da Universidade do Minho que tem como meta contribuir para o desenvolvimento da investigação científica na área das Geociências. O NCT é apoiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia e encontra-se estruturado em três linhas de investigação: a Dinâmica da Litosfera, a Dinâmica Externa e Ambiente, e a Geologia e Sociedade. Actualmente, os investigadores do NCT estão a desenvolve as suas actividadea tendo em conta os seguintes temas: processos de reciclagem e de acreção na litosfera continental, evolução ambiental cenozóica deáreas continentais, mudanças e riscos da zona costeira, caracterização e valorização do património geológico e integração das TIC no ensino e divulgação das Ciências da Terra.” in RepositoriUM – universidade do Minho (Página Inicial na Internet)

http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/1220

Repositório-UL- Repositório da Universidade de Lisboa
“No Repositório pode encontrar diversos tipos de documentos, em formato digital, resultantes da produção científica da UL designadamente, teses de doutoramento, teses de mestrado, artigos em publicações periódicas nacionais e internacionais, relatórios técnicos, artigos em actas de conferências nacionais e internacionais, capítulos de livros, edições de autor, patentes, provas de progressão académica e provas de aptidão pedagógica.” in Repositório-UL- Repositório da Universidade de Lisboa (Página de Internet)

http://biblioteca.universia.net/html_bura/verColeccion/params/id/31080.html

RUN – Repositório da Universidade Nova
O objectivo deste repositório é recolher, armazenar, gerir, preservar e permitir o acesso à produção intelectual da UNL.

http://run.unl.pt/

Repositório Aberto – U. PORTO
Este repositório institucional pretende coleccionar, preservar e disponibilizar na Internet a produção intelectual, em texto integral de acesso livre, da comunidade académica da U.PORTO. As obras depositadas neste Repositório, embora de acesso livre, estão abrangidas pela licença pública Creative Commons. Qualquer uso da obra que não seja o autorizado por esta licença é expressamente proibido. Ao aceder à obra o utilizador concorda com os termos desta licença e aceita vincular-se aos mesmos. (Adapt. do texto da página de internet)
http://repositorio-aberto.up.pt/

Repositórios de Ciências Sociais



No que respeita aos Repositórios de Ciências Sociais, o princípio é basicamente o mesmo, mas adaptado às ciências sociais. Na obra em análise, são igualmente descritos alguns repositórios de “licenças abertas” e os que são totalmente reservados são remetidos para o anexo da mesma. Passamos a descrever os repositórios mencionados.

Fulbright Economics Teaching Programm OpenCourseWare
Fulbright Economics Teaching Programm OCW irá dar acesso a materias do curso – syllabi, notas de leitura, listas de leitura, problemas de instalação, etc – em língua inglesa e vietnamita para todos os cursos FETP. FETP é uma parceria coma Universidade de Economia, Ho Chi Minh City e a John F. Kennedy School of Government da Universidade de Harvard. Fulbright’s OCW contém 37 cursos de economis disponíveis sob uma licença intitulada “ Creative Commons FETP. Licença CC-BY-NC-SA

http://ocw.fetp.edu.vn/home.cfm

Intute - Portal de Ciências Sociais
Um serviço online gratuito que dá acesso aos melhores recursos da Web para a educação e pesquisa, tendo sido avaliado e seleccionado por uma rede de especialistas no campo das ciências sociais. Cada área de pesquisa Intute tem a sua própria politica de desenvolvimento de colecção – disponível por pedido. Só são abordadas informações relativas a ciências sociais e estas são amplamente tratadas, bem como outros tópicos do portal de acesso em áreas como direito, negócios, hospitalidade, desporto e turismo. A licença varia.

http://www.intute.ac.uk/socialsciences/



Repositórios portugueses relativos a Ciências Sociais



Nesta parte iremos encontrar alguns repositórios comuns à parte anterior e um que é novo.

Repositório da Universidade dos Açores
Neste repositório o Departamento de História, Filosofia e Ciências Sociais [3] disponibiliza um conjunto de colecções da comunidade que vão desde artigos em revistas internacionais e nacionais, comunicações a conferências, dissertações de mestrado e de doutoramento, livros ou monografias, relatórios técnicos e científicos e teses de doutoramento
.
http://repositorio.uac.pt/handle/10400.3/7

RCAAP – Repositório Cientifico de Acesso Aberto de Portugal:
onde podemos realizar pesquisas sobre os seguintes assuntos: tecnológicas, séc, saúde, química, psicologia, portuguesa, literatura, informática, informação, física, engenharia, desenvolvimento, ciências, teses, social, sistemas, redes, qualidade, Portugal, Porto, mestrado, mecânica, história, gestão, ensino, educação, cultura, comunicação, análise.
Ainda relativamente a este portal:
“ O portal RCAAP tem como objectivo a recolha, agregação e indexação dos conteúdos científicos em acesso aberto (ou acesso livre) existentes nos repositórios institucionais das entidades nacionais de ensino superior, e outras organizações de I&D.
O portal RCAAP constitui-se como um ponto único de pesquisa, descoberta, localização e acesso a milhares de documentos de carácter científico e académico, nomeadamente artigos de revistas científicas, comunicações a conferências, teses e dissertações, distribuídos por inúmeros repositórios portugueses. A lista dos repositórios agregados no portal pode ser consultada no Directório.
O portal RCAAP é um dos componentes principais do projecto Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal. O projecto RCAAP é uma iniciativa da UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP concretizada pela FCCN - Fundação para a Computação Científica Nacional, disponibilizando mais um serviço avançado sobre a rede nacional de investigação e ensino, a Rede Ciência, tecnologia e Sociedade, RCTS, gerida pela FCCN. O projecto é financiado pelo POS_C - Programa Operacional Sociedade do Conhecimento e pela UMIC.
Toda a informação sobre o projecto RCAAP, bem como diversa documentação útil para diferentes tipos de público (docentes e investigadores, gestores de repositórios, público em geral) está disponível no site do projecto em
: http://projecto.rcaap.pt.”
Nos termos do protocolo de cooperação celebrado entre a FCCN e a Universidade do Minho (U.M.) no âmbito do projecto RCAAP, a U.M. foi responsável pelo desenvolvimento, instalação e operacionalização do portal RCAAP. A presente versão do portal foi desenvolvida com base no agregador e motor de pesquisa ARC, criado pelo Old Dominion University Digital Library Group.”
in Sobre RCAAP(página de internet)

http://www.rcaap.pt/

Repositório Aberto – U. PORTO
Este repositório institucional pretende coleccionar, preservar e disponibilizar na Internet a produção intelectual, em texto integral de acesso livre, da comunidade académica da U.PORTO. As obras depositadas neste Repositório, embora de acesso livre, estão abrangidas pela licença pública Creative Commons. Qualquer uso da obra que não seja o autorizado por esta licença é expressamente proibido. Ao aceder à obra o utilizador concorda com os termos desta licença e aceita vincular-se aos mesmos. (Adapt. do texto da página de internet)

http://repositorio-aberto.up.pt/

RepositoriUM – Universidade do Minho
“O Núcleo de Ciências da Terra (CCT) é uma unidade de investigação da Universidade do Minho que tem como meta contribuir para o desenvolvimento da investigação científica na área das Geociências. O NCT é apoiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia e encontra-se estruturado em três linhas de investigação: a Dinâmica da Litosfera, a Dinâmica Externa e Ambiente, e a Geologia e Sociedade. Actualmente, os investigadores do NCT estão a desenvolve as suas actividadea tendo em conta os seguintes temas: processos de reciclagem e de acreção na litosfera continental, evolução ambiental cenozóica deáreas continentais, mudanças e riscos da zona costeira, caracterização e valorização do património geológico e integração das TIC no ensino e divulgação das Ciências da Terra.” in RepositoriUM – universidade do Minho (Página Inicial na Internet)

http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/1220

Repositório de Humanidades


Há poucos repositórios especificamente dedicados às humanidades, no entanto é possível encontrar recursos nesta área consultando muitos dos repositórios gerais apresentados acima. De seguida, indicamos os repositórios que são recomendados pela obra em análise, com a ressalva de que muito pouco existe em português.

LibriVox

É um projecto de domínio público em que voluntários gravam capítulos de livros em domínio público de forma a criarem livros de áudio gratuitos.
http://librivox.org/


Berklee Shares
Uma iniciativa de edição electrónica do Berklee College of Music que disponibiliza acesso gratuito a aulas de música da autoria de Berklee concebidas para músicos, estudantes de música e educadores na área da música. As aulas estão disponíveis para download e para ouvir, ver ou ler. Licença CC-BY-NC-ND.
http://www.berkleeshares.com/


FreeSheetMusic
Distribuição de milhares de pautas musicais gratuitas em diferentes formatos (PDF, GIF, JPEG, etc.) organizadas por género, instrumento ou compositor. É possível fazer o upload de pautas musicais e aceder a hiperligações para outros sites com pautas gratuitas. O tipo de licenças varia.
http://www.freesheetmusic.net


Jamendo
Músicas de artistas de todo o mundo sob licença Creative Commons. Os termos exactos de cada licença Creative Commons variam, mas algumas permitem fazer a combinação das músicas. As canções estão em formato MP3 e os álbuns em ZIP. Os utilizadores podem classificar as músicas e receber recomendações. http://www.jamendo.com/en/





Livros Abertos


Existem muitos livros que são disponibilizados livremente online e que podem, por isso, ser usados como recursos educativos abertos. Alguns têm uma licença que permite o seu uso livre, outros são verdadeiramente abertos no sentido de poderem ser construídos de forma colaborativa. Apresentamos de seguida uma lista de sites úteis que apontam para repositórios de livros abertos.


Para encontrar sites para livros livres e/ou abertos


E-books na web
Arquivo de buscas na Internet que remete para vários sites.
http://libweb.lib.buffalo.edu/ft/EBooks.html

WikiEducator
Lista de livros gratuitos em formato wiki. Licença CC-BY-SA. Apresenta uma lista de projectos de criação e disponibilização de livros livres e/ou abertos.
http://www.wikieducator.org/Free_Textbooks

Open Text Book
Aponta para projectos de livros abertos.
http://www.opentextbook.org



Repositórios com livros em português

Domínio Público
Exclusivamente em língua portuguesa, é um site que apresenta um número muito considerável de obras sobre vários assuntos, para além de arquivos de imagem, som, texto e vídeo. A grande maioria das obras disponibilizadas encontra-se em DOMÍNIO PÚBLICO ou conta com a devida licença por parte dos titulares dos direitos autorais.
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp

Manybooks.net
Fornece gratuitamente eBooks para PDAs, iPods, ou leitores de livros electrónicos. Os livros estão disponíveis em várias línguas. Há muitos livros em português. Domínio Público
http://manybooks.net/

Wikibooks
Patrocinado pela Fundação Wikimedia (que também apoia a Wikipedia), Wikibooks destina-se especificamente aos livros abertos. Há livros sobre um número considerável de assuntos, com a particularidade de se poder escolher o idoma. Há muitos livros em português. Licença GFDL.
http://www.wikibooks.org/


Outros repositórios de livros livres e/ou abertos

CK-12
A plataforma Flexbook da Fundação CK-12 é um sistema on-line para a criação e partilha de conteúdos educativos colaborativos que podem ser adaptados para as necessidades individualizadas na forma de livros digitais. Muito interessante, embora os conteúdos esteja todos em inglês, uma vez que permite construir directamente os livros de forma relativamente fácil. Licença CC-BY-SA.
http://www.ck12.org/flexr/

Intratext
Textos religiosos, filosóficos, literários e científicos em 40 idiomas. Licença CC-BY-NC-SA
http://www.intratext.com/

Textbook Revolution
Livros e recursos educativos seleccionados de todos os tipos. Alguns dos livros são ficheiros PDF, outros são visíveis apenas on-line como e-books. As categorias dos livros são: Biologia, Gestão e Administração, Química, Informática, Tecnologia, Ciências da Terra, Economia, Engenharia, Ambiente, Língua Inglesa, Ciências da Saúde e Medicina, História, Ciências Sociais, Sociologia, Matemática e Física. Existem livros com as seguintes licenças: Public Domain (20), GNU FDL (15), CC by (6), CC (by-sa) (15), CC (by-nc) (4), CC (by-nc-sa) (25), CC (by-nd) (2, incluindo o livro Web 2.0 Tools for Teachers), CC (by-nc-nd) (6), All Rights Reserved (306), Other licenses (21).
http://textbookrevolution.org/

FHSST: Free High School Science Texts (Textos Científicos Gratuitos do Ensino Secundário)
Projecto de construção de livros didácticos de Física, Química e Matemática para os níveis 10 a12 na África do Sul (apenas em Inglês). Livros livres para utilizar. Licença GNU FDL
http://www.fhsst.org/

The Assayer
Fornece links para livros gratuitos. Os utilizadores registados podem escrever comentários. Licença Open Publication.
http://www.theassayer.org/







Formatos de Ficheiro


Ao falarmos em REA, estamos a falar de recursos que alguém criou e que nós poderemos querer ou utilizar tal como se encontram disponibilizados ou alterá-los e/ou combiná-los com outros recursos de forma a torná-los mais adequados às nossas necessidades. Por outro lado, poderemos ser nós a disponibilizar esses recursos dando permissão para que outros os utilizem livremente. Neste sentido, a questão dos formatos assume uma enorme importância, pois são os formatos em que cada recurso é gravado que vão condicionar até que ponto um recurso é efectivamente aberto.



Factores que devem determinar a escolha de um formato

a) Preocupação com a reutilização
A filosofia dos Recursos Educativos Abertos prevê a sua utilização e reutilização, mesmo a partir da transformação do recurso original. Essa ideia de reutilização tem implicações directas nos formatos em quem os REA devem ser gravados. Se gravarmos um recurso num formato que obrigue os utilizadores a terem determinado software de autor para o poderem utilizar e/ou alterar, ou se o gravarmos num formato que implique utilizar um software praticamente desconhecido e/ou de difícil utilização, ele deixa de ser um recurso aberto no verdadeiro sentido do termo.
No entanto, por vezes pode ser difícil não utilizar um software específico ou um formato que, no final, seja fechado e não aberto. Na secção «Find» do livro Open Educational Resources Handbook 1.0 for educators dá o exemplo da utilização do Photoshop e do Adobe Flash. No primeiro caso, o produto final poderia ser uma imagem PNG, mas se alguém quiser editar esse recurso precisaria ter acesso ao ficheiro em formato PSD (embora isso implique que o utilizador tenha de ter o Photoshop). Para contornar um pouco essa falta de abertura, poder-se-ia gravar o ficheiro em formato TIFF (que é um pouco mais aberto) ou usar uma alternativa Open Source ao Photoshop. (cf. capítulo «Compose»). No segundo caso, coloca-se a mesma questão, no entanto há poucas alternativas adequadas ao Adobe Flash. Por isso, o melhor seria disponibilizar tanto o ficheiro em formato FLA, como em formato SWF.
Ao fazer alterações e combinações dos REA, é necessário dispor de ficheiros de alta qualidade. Por isso, os ficheiros que estiveram na base da construção do recurso também devem ser disponibilizados. Quando gravamos um recurso em JPEG ou MP3, há sempre perdas de qualidade, como quando se faz uma fotocópia de uma fotocópia. Portanto, é importante usar um formato sem perdas, ou pelo menos configurações de alta qualidade nos formatos que implicam perdas. Por exemplo, enquanto está a usar o Photoshop para criar um REA poderemos usar um TIFF ou PSD para guardar os ficheiros, mas a imagem final já pode ser em formato JPEG ou PNG. Idealmente, deveríamos tornar disponíveis os ficheiros originais de alta qualidade, junto com os ficheiros finais, para o caso de outros quererem fazer alterações e combinações.
O tamanho da imagem ou do vídeo também é um factor importante. É possível reduzir o tamanho de imagens ou vídeos usando uma certa variedade de programas, no entanto, ampliar imagens ou vídeos resulta em perda de qualidade. Assim, ao trabalhar com vídeo ou imagens é recomendável que se trabalhe num tamanho ou dois acima do tamanho que se pretende para o REA final.


b) Padronização dos formatos
Os formatos que decidirmos utilizar devem obedecer a padrões de interoperabilidade para garantir o acesso e a edição com FLOSS – Free,Libre and Open Source Software (para mais informações sobre FLOSS, consulte a página http://en.wikipedia.org/wiki/Free_and_open_source_software).
Além disso, existe a preocupação com a partilha de informações e de conteúdo entre sistemas (por exemplo, entre repositórios e LMS)., não tanto no caso de REA individuais, mas sobretudo quando se trata de uma disciplina inteira ou de um curso, com vários recursos. Existem norma de empacotamento de conteúdo que devem ser respeitados se quisermos permitir que os utilizadores façam o download dessa disciplina para as suas próprias plataformas de aprendizagem ou se quisermos partilhar OpenCourseWare entre projectos. O IMS Content Packaging (IMS CP) é o padrão para materiais de uma disciplina que foi informalmente acordado pelo Consórcio OpenCourseWare. Infelizmente, as várias aplicações de software implementam o padrão IMS CP de forma ligeiramente diferente - isto significa que o software tem de ser especificamente programado para os pacotes provenientes de diferentes fornecedores. Alguns exemplos são: WebCT/ Blackboard Learning Management System, o repositório OpenCourseWare do MIT, e a plataforma de OpenCourseWare do eduCommons. O SCORM é um outro padrão de empacotamento de conteúdo, mas encontra muito pouco apoio nos projectos de software open source ou em iniciativas OpenCourseWare. Muitos programas LMS como o Moodle, Blackboard e WebCT incluem a capacidade de exportação Pacotes de conteúdo IMS. No entanto, uma vez que os pacotes IMS variam tanto na sua implementação, é raro fazer um upload perfeito de uma disciplina. Isso significa que temos de estar preparados para gastar tempo a corrigir erros que surjam durante o processo de importação. Se se estiver a criar um curso a partir do zero, sem o benefício de um LMS, deve fazer-se o melhor possível na organização e rotulação da disciplina, incluindo os nomes dos ficheiros e a organização das pastas. Também é possível usar o RELOAD, que é um editor de empacotamento de código aberto, para criar Pacotes de Conteúdo IMS padronizados, junto com os respectivos metadados.


c) Popularidade dos formatos
Se usarmos formatos abertos pouco conhecidos, pode acontecer que algumas pessoas não se sintam à-vontade em usá-los, mesmo que se trate de um bom formato. Podem não querer utilizar um determinado programa de código aberto por não estarem familiarizadas com ele, pois isso poderá requerer algum tempo adicional para explorar o software. Por exemplo, o GIMP começa já a ser conhecido e, em muitos casos, pode facilmente substituir o Photoshop. No entanto a interface do GIMP é diferente da do Photoshop, o que significa que pode demorar um pouco de tempo para aprender. A interface do GIMP também parece menos requintada que a do Photoshop, o que pode criar nos utilizadores a impressão de que o programa é de má qualidade.
Também é conveniente que nos certifiquemos da estabilidade do programa Open Souce que estamos a utilizar, uma vez que parte desse software está em constante construção, podendo ainda conter erros (“bugs”) que dificultam a tarefa e desmotivam alguns utilizadores.
Se, pelo contrário, se optar por não usar software livre, deve-se optar por utilizar formatos suficientemente populares para que se consiga encontrar facilmente software que permita a sua utilização e transformação. Um exemplo citado no capítulo «Find» do livro Open Educational Resources Handbook 1.0 for educators é o formato WMV, “embora não seja um formato aberto, é muito comum e existem muitas ferramentas para converter ficheiros WMV a MPEG-4 ou MOV”.


d) Qualidade do formato ou da configuração do formato
Não se pode falar de formatos ideais para a produção de REA porque há muitas variáveis em jogo, mas basta consultar os principais repositórios de REA para ter uma ideia de quais são os mais frequentes. No entanto, há uma questão a ter em conta: a principal preocupação na criação de um REA não é o seu carácter estético mas a sua função pedagógica, logo qualquer formato que permita atingir essa função é adequado.
Muitas vezes, a qualidade do REA final não depende tanto do software que foi utilizado na sua produção, mas dos cuidados que tivemos na gravação das imagens e do som, por exemplo, o que vai reduzir consideravelmente os cuidados que precisamos ter na sua transformação.
Para além do formato em si, devemos preocupar-nos com as configurações do formato. Por exemplo, é possível gravar um ficheiro em JPEG, que é um formato que implica perdas, utilizando configurações de qualidade diferentes, o que permitirá reduzir parcialmente essas perdas.



Configurações de formato e formatos recomendados

IMAGENS
Configurações
Pelo menos 640px x 420px
Tipo de ficheiro sem perdas (TIFF, RAW, PNG)
Mantenha vários ficheiros de backup se tenciona usar muitos filtros ou fazer vários ajustes.


Formatos
¡ JPEG: O formato de imagem mais comum na internet. Existem algumas preocupações com a patente JPEG, embora a comissão tenha afirmado a sua intenção de que o formato seja de utilização livre. O formato JPEG implica perdas, portanto cada vez que a imagem é editada , a sua qualidade reduz-se. Por ser tão comummente usado na internet, muitas vezes é usado como o formato final para os REA (Lane, 1999; Clark 2002).
¡ PNG: Formato aberto semelhante ao TIFF. No passado, alguns browsers não suportavam o PNG, por isso a adopção do formato tem sido lenta. No entanto, todos os browsers actuais exibem ficheiros PNG. Uma vez que há cada vez mais suporte para os ficheiros PNG, torna-se um bom formato para os REA (W3C, 2003; Microsoft, 2007).
¡ PSD: Ficheiro do Photoshop (Adobe Systems Incorporated “Photoshop Format”). É um bom formato para edição, mas só é compatível com o Photoshop.
¡ SVG: Um formato aberto com novas características promissoras, incluindo animação. Infelizmente, o suporte para SVG em browsers web apresenta diferenças, o que torna difícil recomendá-lo neste momento como um formato para REA (Zeidner & Gould, 2008).
¡ TIFF: Um formato de proprietário da Adobe. Os ficheiros TIFF são usados frequentemente ao digitalizar documentos. Apesar de ser um formato de proprietário, não é incomum usar ficheiros TIFF como backup de alta qualidade dos REA (Library of Congress, 2006).
Formatos preferenciais para REA: PNG.

VIDEOS
Configurações
Pelo menos 640px x 420px
Formatos DV, HDV
Evite ao máximo fazer a recompressão das sequências.

Formatos
¡ MPEG-2: Formato com patentes de várias companhias. O MPEG-2 é o formato padrãopara DVDs e é usado pelo Internet Archive (Lo n.d.; Internet Archive, n.d.).
¡ MPEG-4: Formato com patentes de várias companhias. Os ficheiros MPEG-4 permitem uma larga variedade de resoluções e tamanhos, o que o torna um formato flexível. També é usado pelo Internet Archive e é um formato recomendado para REA (Apple Inc.,“MPEG-4”; Internet Archive, n.d.).
¡ Ogg Theora : Formato de vídeo completamente aberto. Implica perda (Xiph.org, “FAQ”). Alguns reprodutores de vídeo suportam o formato Ogg com plug-in livres (Xiph.org “downloads”).
¡ Quick Time video (MOV): Formato desenvolvido pela Apple. Os ficheiros MOV baseiam-se no formato MPEG-4, mas não têm a mesma compatibilidade, pelo que é preferível usar o MPEG-4 para os REA (Apple Inc., 2007).
¡ SWF e FLV: Format owned by Adobe. Os ficheiros SWF podem ser vistos na maioria dos browsers web e das plataformas (Windows, Mac e GNU/Linux). Uma vez que os ficheiros SWF podem ser vistos por tantas pessoas, este é um dos formatos mais comuns na internet para vídeos e animação. Infelizmente, é muito difícil editar ficheiros SWF pelo que não é um formato recomendável para REA. FLV é o formato de vídeo usado enquanto se está a desenvolver os ficheiros SWF. Nenhum dos formatos é recomendável para REA, mas se tiver mesmo de o usar é preferível disponibilizar tanto o SWF como o FLA (Library of Congress, 2007; Gay, n.d.; Adobe Systems Incorporated, n.d.).
¡ Windows Media File (WMV): Desenvolvido pela Microsoft, mas é um formato aberto. Embora o formato WMV apresente boa qualidade para ficheiros pequenos, é preferível usar MPEG-2 ou MPEG-4(Microsoft, 2008).
Formatos preferenciais para REA: MPEG-4, Ogg Theora.

AUDIO
Configurações
Pelo menos 128kps VBR (Variable Bit Rate)
WAV, AIFF
Evite excesso de filtros de áudio ou distorções de áudio desnecessárias.

Formatos
¡ AIFF: Um formato proprietário da Apple. Tal como o WAV, o AIFF é descompactado e é uma boa opção para edição de áudio (Apple Computer, Inc., 1991).
¡ MP3: Apesar de o MP3 ser provavelmente o formato de áudio mais amplamente utilizado na internet, teve problemas de patentes que o tornam pouco ideal para a criação de REA. Ainda assim, há uma grande quantidade de software e hardware projectados para o uso de MP3, que podem torná-lo uma boa opção em muitas situações (BBC News, 2007; Williams, 2007).
¡ OGG Vorbis and FLAC: Formatos abertos que são completamente livres. O Ogg Vorbis é um formato com perda, como o MP3, enquanto o FLAC é semelhante ao WAV e ao AIFF (Xiph.org, n.d.; Coalson, 2008).
¡ WAV: Um formato de proprietário da Microsoft e da IBM. Embora o formato WAV seja patenteado é comummente utilizado e faz parte da norma da European Broadcast Union. Os ficheiros em WAV não perdem a qualidade de som ao serem editados (Library of Congress, 2005).
Formatos preferenciais para REA: FLAC, OGG Vorbis, MP3.

APRESENTAÇÕES
Formatos
¡ SXI: Formato aberto para Open Office, Neo Office e Star Office. Não é compatível com o Microsoft Office (FilExt, “SXI”).
¡ ODP: Formato aberto para documentos. Compatível com Open Office, Neo Office, Star Office, entre outros (OpenDocument Fellowship, “Application Support”).
¡ PPT: Formato de proprietário da Microsoft (FileInfo.net, “PPT”). Programas de apresentação Open Source tentam suportá-lo com diferentes graus de sucesso.
Formatos preferenciais para REA: ODP.

TEXTO
Formatos
¡ ABW: Formato de ficheiro usado pelo processador de texto open source Abiword. É baseado em XML e, portanto, mais facilmente convertido pelos outros processadores de texto (Various, 2008).
¡ CSV: “Comma Separated Values” (valores separados por vírgulas). É um ficheiro de texto simples que usa vírgulas para separar entradas individuais. Este formato é commumente usado por folhas de cálculo e aplicativos bases de dados e é muito aberto (Repici, n.d).
¡ DOC: Formato de proprietário usado pelo Microsoft Word. É um formato fechado. Muitos outros processadores de texto podem abrir e guardar em formato DOC, mas o documento resultante raramente é igual ao que seria se fosse aberto no Microsoft Word (FilExt, “DOC”).
¡ DOCX: XML Formato usado no Microsoft Word 2007. Embora o formato seja aberto para uso, a sua aplicação em outros processadores de texto é difícil e falta apoio em processadores de texto que não sejam o Word (FilExt, “DOCX”).
¡ DOT: Modelo de documento para versões do Microsoft Word antes de 2007. Compatibilidade desconhecida (File.extension, “DOT”).
¡ DOTX: Modelo de documento para Microsoft Word 2007. Compatibilidade desconhecida (FileInfo.net, 2006).
¡ HTML: Formato aberto gerido pela organização sem fins lucrativos W3C (World Wide Web Consortium) (Jacobs, 2008).
¡ ODT: Formato aberto gerido pelo consórcio industrial OASIS (OpenDocument Fellowship, n.d.). Suportado pr muitos processadores de texto open source. O Microsoft Word consegue abrir ficheiros ODT com um plug-in (Paul, 2007).
¡ PAGES: Formato usado pelo programa Pagesda Apple . Actualmente não existem outros processadores de texto que abram ficheiros em formato PAGES (Apple Inc., n.d.).
¡ STW: Formato de modelo usado pelos processadores de texto do Star Office, Open Office e Neo Office. Compatibilidade desconhecida (FilExt, “.SXW Details”).
¡ SXW: Formato de texto usado pelos processadores de texto do Star Office, Open Office e Neo Office (FileInfo.net, 2008). Pode ser compatível com os processadores de texto open source, mas não necessariamente de propriedade, como o Microsoft Word.
¡ TXT: Formato genérico de ficheiro com base em diversos padrões. Quase universalmente compatível com qualquer processador ou editor de texto (FilExt, “.TXT Details”).
¡ WPD: Formato de ficheiro do processador de texto Word Perfect. Compatibilidade desconhecida (FilExt, n.d.).
¡ WPS: Formato de ficheiro do processador de texto Microsoft Works. Alguma compatibilidade com processadores de texto open source como o Neo Office (FileInfo.net, 2008).
¡ WPT: Formato de modelo do Microsoft Works. Compatibilidade desconhecida (FileInfo.net, 2007).
¡ WRI: Formato de ficheiro do processador de texto Windows Write. Compatibilidade desconhecida, mas não deve ser boa, uma vez que o Write nunca mais foi usado desde o Windows 3.1 (File.extensions, 2008).
¡ XHTML: Actualização do HTML usando recursos do XML. O XHTML destinar-se-á eventualmente a substituir o HTML. Pode ser aberto por muitos processadores de texto, mas a aparência pode ser diferente do previsto (XHTML2 Working Group, 2008).
¡ XML: Formato aberto que é muito flexível. Muitos formatos abertos usam XML, pelo menos em parte, para fazer um novo formato aberto. A compatibilidade futura com o XML deve ser excelente, apesar de raramente ser um formato em que as pessoas escrevam directamente, sendo normalmente gerado por editores de texto ou processadores de texto (W3C, n.d.).
Formatos preferenciais para REA: HTML, SXW, TXT, XHTML, XML.





Projectos Individuais de Sites


Existem muitos sites na Internet que podem ser considerados como REA e numa Creative Commons Search poderão encontrar-se alguns destes materiais, no entanto não é possível encontrar todos eles.
Para REA que não possam ser encontrados através do motor de busca Creative Commons, deve-se optar por um motor de busca tradicional (Google, Yahoo, etc.) com a palavra "livre" ou "open", juntamente com o tipo de recurso que se está à procura.
Quando se utiliza um REA de um site individual, há a considerar alguns pontos importantes, tais como, escrever um e-mail para estimular o criador do conteúdo. Também se pode indicar repositórios adequados onde se poderão apresentar os REA como os seus ganhos de exposição OER mais.
Exemplos de sites OER individual (Vários, 2008)
:
Repositório
recursos de luz e física da matéria e da astronomia (http://www.lightandmatter.com/index.html)
Tipos de repositório
Livros didácticos (OpenCourse Ware)
Descrição

Criado por Benjamin Crowell, professor de física e astronomia na faculdade de Fullerton, na Califórnia do Sul, o site oferece uma série de livros didácticos de física introdutória, livre para download, alguns objectos de aprendizagem da astronomia, e alguns materiais para o curso de astronomia Dr. Crowell e física próprios cursos. Alguns recursos têm traduções parciais em francês.Número de recursos
8 livros didáticos de física, astronomia 3 objetos de aprendizagem e os materiais a partir de 5 de física e cursos de astronomia.
Licenças
CC-BY-SA
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Repositório
Gerir a Empresa Digital (http://digitalenterprise.org/)
Tipos de repositório
Biblioteca de links / OpenCourseWare
Descrição
Um site educativo criado por Michael Rappa, professor de Gestão de Tecnologia e director do Laboratório Open Courseware na Faculdade de Administração da North Carolina State University. O site inquéritos muitas oportunidades e os gestores enfrentam desafios num mundo cada vez mais digital e está aberta a alunos e instrutores.
O site é dividido em tópicos de discussão (módulos). Cada módulo tem a mesma estrutura básica: uma descrição do tema, que destaca os problemas, além de várias sub-secções com links para uma variedade de recursos educacionais. Os módulos são actualizados continuamente ao longo do ano com novos recursos adicionados.

Número de recursos
Mais de 120 páginas e mais de 1.200 ligações externas aos recursos disponíveis abertamente na Internet. Um curso sobre gestão de tecnologia.
Licenças
Full autor, a permissão de usar.
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Repositório
O Projecto OpenFiction (http://www.tofp.org/index.htm)
Tipos de repositório
OpenCourseWare
Descrição
Um recurso OpenCourseWare para o ensino e a aprendizagem da arte de escrever ficção.
O Projeto OpenFiction foi criado por Stephen Carson e contém os materiais que ele desenvolveu para uma classe de ensino à distância ficção introdutória, originalmente oferecidos através do programa Emerson College de educação contínua.
(Stephen Carson trabalha para a iniciativa MIT OpenCourseWare.) Os materiais do curso estão disponíveis no site ou para download (como um arquivo zip do conteúdo ao vivo ou como um arquivo PDF). Há também um fórum on-line para suporte aos utilizadores.

Número de recursos
Um curso.
Licenças
CC-BY-NC-ND
----

Repositório
PEOI (Organização Internacional de Educação Profissional) (http://www.peoi.org/)
Tipos de repositório
OpenCourseWare.
Descrição
Criado por John Petroff, um professor de economia aposentado, PEOI é um projecto baseado em trabalho voluntário que visa fornecer conteúdos do curso on-line para a educação profissional de nível universitário para melhorar as competências dos profissionais de aspirantes.
Qualquer um pode usar PEOI conteúdo do curso gratuitamente.
PEOI também oferece uma gama de serviços, tais como testes de terraplanagem, manutenção de qualidade e certificação de conclusão do curso.
Conteúdo disponível em diversos idiomas, incluindo Inglês, francês, espanhol, russo, alemão e árabe.

Número de recursos
Sete cursos concluídos (nem todos disponíveis em todos os idiomas).
Licenças
CC-BY-NC-SA
Fontes:
Schmidt, P. (Novembro de 2007). "7.1.3 sites individuais do projecto." UNESCO OER projecto Toolkit. WikiEducator. http://www.wikieducator.org/UNESCO_OER_Toolkit_Draft # Individual_project_sites
REA Desenvolvimento e Iniciativas Editoriais. (28 de Fevereiro de 2008). REA Wiki. Obtido a 2 de Abril de 2008, a partir de:
http://oerwiki.iiep-unesco.org/index.php?title=OER_development_and_publishing_initiatives






Acessibilidades



Ao pesquisar Recursos Educativos Abertos (REA) é importante ter em mente a questão da acessibilidade.
Wikipedia define acessibilidade como segue:
A acessibilidade é um termo genérico usado para descrever o grau em que um produto (por exemplo, dispositivo, serviço, ambiente) é acessível por tantas pessoas quanto possível.
A acessibilidade pode ser vista como a capacidade de "acesso" à funcionalidade e aos benefícios possíveis, de algum sistema ou entidade. É frequentemente utilizada para ajudar e apoiar as pessoas com deficiência no direito ao acesso a entidades, muitas vezes através do uso de uma tecnologia de acesso.
Para se ter um melhor conceito sobre a Acessibilidade consultar o site:
http://www.acessibilidade.net/.
Várias definições de acessibilidade podem ser consultadas directamente num acesso baseado em leis de direitos individuais e regulamentos. Produtos ou serviços destinados a satisfazer esses regulamentos são denominados Easy Access ou Acesso ("Acessibilidade", 2008).
A Web do W3C Accessibility Initiative (
http://www.w3.org/) descreve de forma especifica a acessibilidade em linha:
Acessibilidade Web significa que pessoas com deficiência possam utilizar a Internet. Mais especificamente, a acessibilidade Web significa que pessoas com deficiência possam perceber, compreender, navegar e interagir com a Web, e contribuir para a Web. A acessibilidade Web também beneficia outras pessoas, incluindo pessoas idosas com capacidades em mudança devido ao envelhecimento (WAI, 2005).
Alguns materiais podem ser mais adequados para o acolhimento de pessoas com deficiência, melhores do que outros. Por exemplo, vídeos com legendas (como aqueles no site
DotSUB http://www.dotsub.com).
São preferíveis aos que não incluem legendas. Algumas pessoas com deficiência têm visão subnormal ou daltonismo, fazendo imagens de baixo contraste difícil para eles interpretarem plenamente. Também os tamanhos de texto devem ser mantidos acima de um tamanho 10pt, e todas as imagens e vídeos devem ser grandes o suficiente para se ter uma boa visibilidade.
Quando se elabora um REA estritamente áudio, este conteúdo deverá conter uma transcrição de acompanhamento para serem apresentados aos deficientes auditivos.
Os tipos de arquivo também desempenham um papel importante na acessibilidade. Por exemplo, é mais fácil adicionar legendas a um arquivo MOV ou WMV do que num arquivo SWF.
Apesar de existirem programas que permitem a conversão entre os formatos de arquivos diferentes até porque existem muitas combinações com diferentes formatos de arquivo e as situações de acessibilidade sendo por isso, impossível dar orientações definitivas sobre cada formato.




Perspectivas


A utilização de recursos educativos abertos tem ainda de ser mais generalizada, pelo que é necessário sensibilizar a comunidade educativa nesse sentido. De facto, nas escolas portuguesas, é uma realidade praticamente desconhecida para a maioria dos professores. Conforme se depreende da análise dos repositórios referidos acima, há ainda muito a fazer no que diz respeito a recursos em língua portuguesa. O livro Open Educational Resources Handbook 1.0 for educators que as áreas prioritárias para a selecção de material didáctico sejam ponderadas tendo em conta:

  • Áreas de maior utilidade - ou seja, amplamente ensinadas pela maioria dos fornecedores, e aplicável a grande número de alunos.
  • Áreas que ajudarão a proporcionar ganhos significativos de produtividade ou benefícios de “transição”' para uma economia do conhecimento.
  • Áreas que não dupliquem alternativas de boa qualidade já disponíveis noutros locais.
  • Áreas de procura - ou seja, os utilizadores estão dispostos a aceitar o modo de entrega. (Wyles, 2008)

É necessário lever educadores e alunos a compreender que recursos educativos abertos são tão válidos e úteis como quaisquer outros recursos, podendo até ser mais úteis na medida em que permitem a sua reutilização, transformação e composição sem procupações de carácter autoral. Cabe assim a todos os que trabalham na área do ensino contribuir para a plena implementação do que a obra em análise apelida de "algo que tem uma capacidade imensa de mudar as regras do jogo".







Bibliografia



Atendendo à especificidade do tema que analisámos, a maior parte da bibliografia que consultámos foram os próprios sites que recomendamos, encontrados na web. Por isso, não consideramos produtivo listá-los todos aqui novamente. Para além dos sites em causa, consultámos igualmente a seguinte bibliografia:

DIAS, Ana Augusta Silva e Maria João Gomes (org.), E-Conteúdos para E-Formadores, TecMinho, 2008

GURELL, Seth (ed. David Wiley), Open Educational Resources Handbook 1.0 for educators, Center for Open and Sustainable Learning, August, 2008

MARTINS, Ana Bela, Eloy Rodrigues e Manuela Barreto Nunes, «Repositórios de informação e ambientes de aprendizagem: Criação de espaços virtuais para a promoção da literacia e da responsabilidade social», newsletter nº 3, RBE, Outubro 2008



Netgrafia



http://ariadne.cs.kuleuven.be/silo2006/NewFederatedQuery.do
http://www.merlot.org/merlot/index.htm
http://www.oercommons.org/
http://ariadne.cs.kuleuven.be/silo2006/FederatedQuerySubmit.do
http://search.creativecommons.org/
http://www.col.org/colweb/site/pid/2919
http://www.free.ed.gov/index.cfm
http://www.learning-objects.net/index.php
http://ocwfinder.com/
http://www.oerrecommender.org/
http://www.techxtra.ac.uk/index.html

http://www.dotsub.com/
http://www.w3.org/WAI/impl/Overview




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